Guia Odonto ou Capim: o que avaliar antes de escolher seu sistema odontológico?

Na hora de escolher um sistema odontológico, é fácil olhar primeiro para preço ou formas de pagamento.

Mas existe uma pergunta mais importante:

Esse sistema atende apenas a clínica que tenho hoje ou também consegue acompanhar a clínica que quero ter daqui a alguns anos?

Guia Odonto e Capim possuem agenda, prontuário, financeiro e soluções para facilitar pagamentos. Porém, existem diferenças importantes na proposta de cada plataforma que devem ser consideradas antes de contratar.

Não escolha um sistema apenas pela mensalidade

Preço baixo pode ser interessante principalmente para quem está começando. O problema é escolher somente com base nisso e descobrir meses depois que a clínica começou a exigir ferramentas que não fizeram parte da análise inicial.

A Capim oferece modalidades mensal e anual. Em uma das opções anuais parceladas existe fidelidade de 12 meses, enquanto o plano mensal não possui esse compromisso. A própria empresa deixa essas condições claras em sua página de preços.

Por isso, antes de fechar qualquer plano anual, vale pensar além da agenda e do prontuário básico.

Sua recepção precisará acompanhar orçamentos? Você pretende ter outros profissionais? Quer controlar tarefas da equipe? Trabalha com especialidades? Precisa acompanhar pacientes que faltaram ou não retornaram?

Essas perguntas dizem muito mais sobre o custo-benefício de um software do que apenas sua mensalidade.

A Capim possui um forte posicionamento financeiro

Um dos principais destaques da Capim são suas soluções financeiras.

A empresa oferece financiamento, maquininha, boletos e controle financeiro integrado. No financiamento, o crédito aprovado é pago diretamente pelo banco parceiro à clínica, de acordo com as condições da operação.

É uma proposta interessante para clínicas que dão grande importância à parte financeira.

Mas esse não precisa ser o único motivo para escolher um sistema odontológico.

No Guia Odonto, a clínica também consegue oferecer financiamento de tratamentos diretamente a partir do orçamento do paciente.

A solução integrada permite parcelamento em até 24 vezes e a clínica recebe o valor aprovado conforme as condições da operação, enquanto o paciente passa a acertar o financiamento com a instituição responsável.

Ou seja, escolher o Guia Odonto não significa abrir mão do financiamento para ter ferramentas de gestão mais completas.

Você pode ter os dois.

A diferença aparece quando a clínica começa a crescer

É aqui que vale olhar com mais atenção para o que existe além de agenda, financeiro e prontuário. O Guia Odonto foi desenvolvido com ferramentas voltadas para produtividade da equipe.

A Central da Recepção, por exemplo, monitora a clínica e identifica pacientes que faltaram e não reagendaram, retornos vencidos, tratamentos sem próxima consulta e orçamentos parados.

Essas oportunidades podem virar tarefas para a equipe executar. Na prática, o sistema não apenas informa que algo aconteceu. Ele ajuda a mostrar o que precisa acontecer depois.

Um paciente faltou? A recepção precisa tentar reagendar.

Um orçamento ficou parado? Alguém precisa retomar aquela negociação.

Um paciente terminou uma etapa do implante e está sem próxima consulta? A equipe precisa agir.

Essa diferença começa a ganhar importância conforme aumenta o número de pacientes e profissionais. São ferramentas que trazem dinheiro para clínica, então aquela mensalidade que você paga passa a ser apenas uma pequena saída de caixa.

Gestão de equipe também precisa fazer parte da escolha

Quando existe apenas uma pessoa atendendo e administrando o consultório, é possível controlar muita coisa de cabeça. Quando a clínica cresce, isso deixa de funcionar.

No Guia Odonto existe uma Gestão de Tarefas que permite organizar atividades, definir responsáveis e acompanhar o trabalho da equipe. A própria Central pode criar tarefas a partir de oportunidades identificadas dentro da clínica.

Isso permite transformar o sistema em uma ferramenta de trabalho diária para a recepção. Não é apenas um lugar para consultar pacientes. Ele ajuda a definir quem precisa fazer determinada atividade e qual é o próximo passo.

E se você trabalhar com uma especialidade?

Outro ponto que deve ser pensado antes de escolher é o prontuário.

O clínico geral consegue utilizar normalmente o odontograma, evoluções, imagens, documentos, orçamentos e demais recursos do Guia Odonto. Mas existem também prontuários construídos para necessidades específicas de diferentes áreas.

Na Endodontia, por exemplo, existem recursos próprios para acompanhar o tratamento. Há também ferramentas específicas para Ortodontia, Implantodontia e Harmonização Orofacial, além de recursos como faceograma.

Isso pode não fazer diferença para um clínico geral hoje.

Mas pode fazer daqui a dois anos, quando outro dentista começar a atender dentro da clínica.

Um bom sistema precisa resolver o presente sem dificultar o crescimento futuro.

Antes de contratar, veja o que os usuários dizem no Google

Esse cuidado deveria existir na contratação de qualquer software.

Antes de escolher, pesquise o nome da empresa no Google e leia as avaliações mais recentes.

Não olhe apenas para a quantidade de estrelas. Leia os comentários positivos e negativos e procure entender como usuários reais descrevem pontos como suporte, implantação, facilidade de utilização, estabilidade, atendimento depois da venda e experiência para cancelar ou alterar um plano.

Inclusive, a própria Capim recomenda que dentistas verifiquem avaliações de usuários no Google e em outras plataformas antes de escolher um software odontológico.

Avaliações individuais não significam que todas as clínicas terão a mesma experiência. Mas podem ajudar você a perceber situações recorrentes e, principalmente, descobrir quais perguntas precisa fazer antes de assinar.

Se encontrar comentários sobre suporte, dificuldade de adaptação ou determinadas limitações, pergunte diretamente à empresa como aquela situação funciona atualmente.

Faça o mesmo com o Guia Odonto ou qualquer outro sistema que estiver comparando. O objetivo não é procurar apenas reclamações. É evitar contratar por impulso e descobrir depois que a plataforma não combina com a operação que você pretende construir.

E como funciona o suporte no Guia Odonto?

No Guia Odonto, a preocupação não é apenas entregar acesso ao sistema. Existe treinamento completo para que o dentista e sua equipe aprendam a utilizar as ferramentas, além do suporte durante a implantação.

Isso é importante porque trocar de software envolve agenda, pacientes, prontuários e processos que já fazem parte da rotina.

Quanto mais rápido a equipe entende como trabalhar dentro da nova plataforma, menor é o impacto da mudança.

Então, Guia Odonto ou Capim?

A Capim possui uma proposta forte em soluções financeiras e também oferece ferramentas para gestão odontológica.

Mas se você está escolhendo um sistema pensando não apenas na clínica que possui hoje, mas na estrutura que pretende construir, vale comparar com atenção o que acontece depois do agendamento.

O Guia Odonto combina prontuário, agenda e financeiro com Central da Recepção, CRM integrado, tarefas para equipe, odontograma interativo, prontuários especializados, acompanhamento de retornos, financiamento de tratamentos e ferramentas para aumentar a produtividade da recepção.

A diferença está principalmente nessa visão. Você NÃO precisa escolher entre financiar tratamentos ou ter uma gestão mais completa. No Guia Odonto, o financiamento faz parte de um conjunto maior de ferramentas pensado para acompanhar o paciente, organizar a equipe e permitir que a clínica continue evoluindo.

Antes de assinar um sistema por um ano, faça um teste, pesquise as avaliações no Google e pense onde você quer que sua clínica esteja daqui a alguns anos.

O sistema escolhido hoje não deveria resolver apenas sua agenda atual. Ele deveria estar preparado para acompanhar seu crescimento.

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